quinta-feira, 10 de março de 2016

Texto de fim de ano, quase chegando no meio...

Lá vai o meu textão... Sobre a coragem e vontade de compartilhar sentimentos com a comunidade. Não, não é exposição barata. 😉
Então, em 2015 eu me perdi. Esse é o melhor resumo da retrospectiva. Mas foi um perdido daqueles em que cada momento é um achado, encontrado, observado, digerido e lapidado. Foi um perdido daqueles que a gente dá quando se vê livre de imposições externas, que sempre nos balizaram e que, também, sempre serviram de arrego da culpa e responsabilidade. Afinal, com imposições externas a gente está livre do peso da decisão. Alguém decide por nós, mesmo que não seja o melhor, mesmo que a gente finja que a decisão foi nossa. Aí fica muito fácil, embora pareça difícil.
E aí a gente retroalimenta esse processo de tal forma que, quando ele se interrompe, é como se o chão fugisse e a gente tivesse que fazer malabarismos pra sobreviver. Afinal, todo o universo com o qual eu estava acostumada (ou pelo menos a estrutura emocional dele) se foi. E, por causa disso, todos os outros limites e parâmetros foram junto com ele, simplesmente porque eu não sabia mais o que eram os meus próprios limites.
Me perdi, então, até encontrá-los aos poucos. Me tomei da ansiedade de mostrar ao mundo todo o feminismo que eu reconhecia em mim, pra garantir que eu não tivesse mais que suportar atitudes machistas, principalmente as veladas. Me tomei da dificuldade de trabalhar, afinal, como é que você se concentra com tantos eventos, amigos novos, experiências novas que você precisa refletir se estão no seu limite interno ou não? Experiencias profundas, cuja reflexão não leva dois minutos apenas... Momentos de letargia em que você simplesmente não consegue se levantar. E aí, comecei a ver estremecida uma área da minha vida em que nunca tive dificuldades. Que susto! Me perdi...
Mas, ora, eu precisava viver isso um dia, todo mundo vive! Nesse turbilhão de escolhas, dificuldades, noites mal dormidas, farras, trabalho mecânico de cabeça cansada, tristeza, euforia, me envolvi com algumas pessoas e cada uma delas me ajudou a crescer um pouco no que sou e quero ser numa relação. Foram transições importantes de maturidade e consciência. Estava perdida, mas aprendendo, observando, deixando ser.
Novas amizades se estabeleceram e foram alicerces essenciais nessa reconstrução. Tanto que ficarão pra sempre, tatuados, sensatizados em mim. Tanto que precisei tomar cuidado em algum momento pra não substituir aquele lugar de controle e dominação que havia desabado (graças a Deus). Me perdi... Mas me achei aos poucos com a verdadeira e genuína vontade desses amigos, que me viram como parte deles e me resgataram, com amor, honestidade e consciência. Vocês sabem de quem eu tô falando.
Acontece que meu ano foi acabando muito bem. Eu, caçadora de mim, fui me achando em surtos de cansaço (do trabalho e da vida que tava levando) e percebendo que meu corpo e mente não dão conta de tudo isso. Tive oportunidade de reviver experiências antigas, que me lembrei que me davam força e prazer, energia pra batalha seguinte.
E resolvi firmá-las pra 2016. Passei o reveillon em casa, com uma dessas fontes de energia pra qual eu nunca tinha olhado dessa forma. Sempre achei que elas me demandavam muito, mas nunca percebi o quanto me renovo com essas minhas meninas. Minhas amigas que, hoje, me confidenciam segredos, talvez por perceberem que a menina delas cresceu, se perdeu, mas fez disso um aprendizado grande de si mesma e do outro. Maturidade. Eu me perdi, mas tava era vivendo o caminho, a travessia, onde o real pra gente se apresenta. Então, não me perdi foi nada!
Eu atravessei o mar e cheguei à outra margem do rio em que ele se transformou, caudaloso, agitado, fundo e turvo. Fui parar num ponto da margem que não era o que eu via do lado de lá. Mas é assim o perigoso do viver né?
Preciso, então, dizer que sou grata. Não foi a sua ida que me desestruturou não. Ela só me mostrou como a minha vida estava fundada em bases frágeis de imagens, fantasias, show me up. A reconstrução do meu ser não tem a ver com o universo que se foi, mas vai muito além disso. É sobre mim e tudo que é importante pra mim. Sendo assim, sinto muito, me perdoa, eu te amo, sou grata.
Pra 2016?
Coragem pra dizer e mostrar quem eu sou em todas as minhas diferenças, sem ter medo do que vão pensar de mim. Meus amigos (todos muito diferentes entre si) estão comigo porque são especiais e me amam como eu sou.
Movimento pra sair da inércia e vencer a preguiça de andar na vida, no Chico, nos patins.

E serenidade pra vencer a ansiedade de mostrar que eu sou mais do que pareço ser e deixar que isso se revele assim, aos poucos, como deve ser. Se eu me perder de novo, terá sido mesmo a correnteza do rio, porque consciência e conhecimento de mim eu tenho suficientes pra saber como devo proceder e pra aprender mais, caso algum procedimento desses não dê certo. Então, amigos, não é 2016 que vai ser melhor, serei eu.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

A outra Margem do Rio

Só é possível sair do seu lugar, quando se cria a consciência de que ele não te serve mais. Só é possível chegar ao outro lado do rio da angústia, quando se atravessa no meio dela. Só dá pra construir algo novo, se for demolido o prédio que ali existe. É da vida, é da consciência, é do processo pessoal de crescimento e aprofundamento de si.

"Ah, tem uma repetição, que sempre outras vezes em minha vida acontece. Eu atravesso as coisas – e no meio da travessia não vejo! – só estava era entretido na idéia dos lugares de saída e de chegada. Assaz o senhor sabe: a gente quer passar um rio a nado, e passa; mas vai dar na outra banda é num ponto muito mais embaixo, bem diverso do em que primeiro se pensou. Viver nem não é muito perigoso?" João Guimarães Rosa, Grande Sertão, Veredas.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Desconstrução e reconstrução

Você já teve a sensação de que tudo que você fez durante algum momento na sua vida foi pra outra pessoa (ou por causa dela)? Acordei com essa sensação hj... Ou percepção rs.

Desconstrução e reconstrução de si mesmo pra vida nova é assim mesmo, a gente quebra paradigmas e enxerga realidades escondidas todo dia.

"A estrada dessa vida está difícil sem você. E você não está por perto pra poder me ajudar."

Foi cantarolando essa música (pérola do pagode clássico brasileiro, diga-se de passagem) que eu tive esse insight. Será essa a camada mais profunda de toda a minha dificuldade em me concentrar nas inúmeras tarefas que estavam me dando tanta vida e energia?? Será que é porque o start delas se deu em razão de um "você precisa ocupar mais seu tempo e parar de depositar sua felicidade em mim" (quando eu já trabalhava horrores e o pouco tempo livre que sobrava era pro relacionamento)??

Pensei que tinha sido bom pra mim. Que esta dolorida provocação havia me despertado para minha necessidade interna de fazer coisas diferentes e mudar minha vida. E como foi bom! Quanta energia eu gerei nesse movimento! Quantas descobertas, quantos resultados incríveis, quantas realizações!!

Mas foi ele ir embora que isso não se sustentou e eu aqui achando que era só uma tristeza pela ausência de um elemento que era tão presente (mais na minha cabeça que na realidade, eu sei).

Piiiiiiiiiii soa o alarme!! Hora de refletir e avaliar o real significado de tudo que você tem feito, pra perenizar aquilo que realmente é seu e aquilo que veio pra mostrar que você é sim feliz e não deposita isso no outro coisa nenhuma!! Difícil, porque tudo que você fez foi movido por interesses genuínos seus, coisas que você gosta, que te movem... Mas a reflexão vai fazer você entender isso aí, vai por mim!!

Tudo isso só pra lembrar como viver é perigoso e como a mente da gente mente, engana, disfarça e constrói mundos fundados em areia fina, se você não controla o ávido impulso que ela tem de te controlar... Fica a dica.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Introspecção

É disso que eu estou precisando agora, acho: introspecção. No pós-término, acho que a gente (eu pelo menos) entra numa falação descomunal, pelos-cotovelantes. É uma necessidade de afirmação e aprovação dos outros, de ouvir todo mundo dizendo que você estava certa e ele não te merecia. Ou que, por mais que ele seja bacana, não dava certo e você fez o que pode. Ou que você é linda, inteligente, legal, interessante, dança gostoso, beija gostoso, tem um olhar expressivo e uma boca linda e não vale a pena sofrer por quem não te quer mais. Tudo isso, quando você sai de um relacionamento meio avassalador, te chega como bálsamo, aliviando feridas e massageando as costas duras que já não aguentavam mais carregar o peso de uma decisão mal fundamentada, ou da falta de atitude e coragem pra por fim ao que já era morto.

Esse movimento palavrório desenfreado, porém, começa a tomar proporções nocivas, de exposição mal cuidada e banalização do verbo. A concentração em coisas profundas e complexas se torna difícil porque falar com o amigo que você há tempos não vê, ou que ontem te disse que não estava muito bem, se torna a prioridade das prioridades intergaláticas do universo. Parece que o mundo vai acabar em papo, que, muito aberto e exposto, pode descambar para resultados não muito desejados e até levianos, dependendo de com quem for a conversa.

Chega uma hora, então, que você vê que precisa se recolher um pouco em sua recuperação, falar menos, reduzir o nível de euforia causado pela liberdade súbita temperada com boa dose de insegurança em relação a si mesmo. Uma hora a necessidade constante de apoio e confirmação das suas atitudes se esvai e você vai conseguindo, aos poucos, voltar para a órbita e re-estabelecer sua rotina tão violentamente quebrada pela repentina ausência do que antes era mais presente do que você mesmo.

Um pouco de introspecção, então, temperando a sua natural postura eufórica e animada diante da vida, se torna palavra de ordem. é hora de esvaziar a xícara para conseguir colocar um novo chá. Refletir um pouco menos, ser menos terapeuta de si (afinal, é só o que você tem feito desde que se viu sozinha) e simplesmente sentir mais que falar e pensar. Não dá para a nova ordem se estabelecer se a antiga ainda insiste em deixar resquícios. Introspecção, então, introspecção!

domingo, 12 de abril de 2015

Perene Sozinhez

Às vezes temo ficar sozinha. Me acho difícil, ativa demais pra uma mulher (como se eu fosse a única, ahan). Não consigo mais me imaginar tendo que aceitar pequenos desrespeitos machistas em uma relação pra ter alguém. Temo acabar sozinha com meus princípios, ideais, valores e lembranças, com ódio por não tê-los relativizado mais durante a vida, pra manter alguém ao meu lado. Aí você diz: mas você vai encontrar alguém que te ame e queira como você é! Mas aí entramos na seara do meu gostar e querer. É muito difícil conciliar as duas coisas. Onde fica a tênue linha que separa perdão, compreensão e aceitação das diferenças da autoanulação e relativização (ou até abandono) de valores pra não acabar sozinha? Assistir à Frida me fez refletir sobre isso hoje. Tanta personalidade, tantos problemas que justificariam um fim solitário não a permitiram acabar sozinha. Alegria, abertura, sinceridade e perdão, alinhavados por amor próprio, autorrespeito e humildade me parecem ser a solução...

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Chata, muito chata.

Bem, eu não sou perfeita. Pelo contrário, sou até muito chata. Muito mesmo!! Pra saber de verdade, só namorando comigo. Eu quero demonstração de sentimento e prazer com minha companhia. Quero inteireza do meu lado, de modo que essa demonstração se faça natural, perceptível. Quero planos juntos, viagens, companheirismo do tipo: não sei o que é não, mas se você gosta, vamo lá!!  E isso será recíproco. Quero que você se canse de ficar o sábado todo junto e vá embora domingo de manhã, mas deixe um beijo e me encontre com uma saudadezinha na próxima quinta ou sexta. E que até lá a gente se fale, dê bom dia, compartilhe um com o outro o que o outro gosta, mostre uma saudadezinha também, prazer naquelas conversas casuais, cotidianas. Que haja liberdade pra sairmos sozinhos ou com amigos, mas com transparência, sem medo do que o outro vai pensar. Com respeito e transmitindo segurança. Sem peso ou obrigação de dar relatório, afinal, ninguém é dono de ninguém. Que seja natural. Que eu aprenda a não querer estar presente em tudo (ou saber que vc me queria presente em tudo), porque ninguém quer estar com ninguém o tempo todo. Mas que queiramos estar juntos na maior parte dos momentos de lazer, pelo puro e simples prazer da companhia. É, eu sei, sou do tipo que se empolga incrivelmente com umas coisas e fica pra baixo, introspectiva com outras, sem critério. E quero que você entenda, lide e até goste. Acima de tudo, eu quero que a verdade seja dita e expressada sempre, por mais que ela não me agrade. Se você me diz até o que tem medo deu não gostar, de modo respeitoso e jeitoso, é porque você confia em mim em qualquer hipótese, acreditando, me dando um voto de confiança e empoderamento no sentido de que posso ser madura o suficiente pra lidar e respeitar algo seu de que eu não goste. Nossa, isso é ser mesmo muito chata. Porque eu vou exigir isso até você me dizer que não é o que você quer. Porque eu preciso de muitas coisas ditas, verbalizadas. E valorizo também aquelas que são só demonstradas, vividas apenas em atitudes. E, não, eu não sei te falar qual que é qual, pra vc acertar. É isso, chata, muito chata. Mas não tem revolta não...

https://m.youtube.com/watch?v=6Wn5fuPIl4Y

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

DE ONDE VEM A ENERGIA? (Ou para onde ela vai quando se esvai tão rápido?)

Energia, energia, energia!! Isso para mim é um bem caríssimo, raríssimo, que fico todos os dias buscando formas de tentar aumentar. Afinal, minha rotina (como a de muita gente) não é fácil. Trabalho pelo menos 8 horas por dia em um trabalho tradicional, isso só não me satisfaz, razão pela qual trabalho também com a minha embrionária marca de bolsas eco sustentáveis. Ainda inventei de fazer um curso maravilhoso de empreendedorismo criativo (ralei pra ganhar uma bolsa e ganhei), que tem uma infinidade de exercícios complexos e aprofundados. Fora a parceria que tenho com um escritório de advogacia amigo, que exige um pouco da minha dedicação às vezes. Fora a família que me demanda cuidados, presença. Sem falar na casa, que preciso limpar, organizar, cuidar pra que seja um ambiente agradável, aconchegante.

No meio disso tudo, o que me consome menos são os amigos e o namorado. Os primeiros por trazerem uma leveza e uma alegria renovadoras, dado o imenso prazer que demonstram com a minha companhia, E o segundo por não exigir nada mais mesmo, estar até mais pra lá do que pra cá, por achar injusto me cobrar mais do que minha rotina pode dar e por ter também a vida, os gostos e as empolgações dele, que em nada se confundem com as minhas. Aí ficamos juntos quando dá, desfrutando da companhia um do outro pra descansar.

Não é preciso imaginar que, com tanta coisa, eu nem sempre consigo cumprir e vivenciar tudo com a plenitude e excelência que eu gostaria e acabo me vendo frustrada e desanimada muitas vezes né?? Às vezes me pego achando que tenho algum problema, uma insatisfação crônica que nunca passa, originada na falta de energia pra fazer tudo que tanta gente faz tão bem.

Só que cabem aí duas reflexões: primeiro, não adianta se comparar com os outros. Só porque a colega de trabalho se levanta às 5;30 da manhã, vai nadar, depois faz meia hora de musculação, vai para o trabalho, onde produz absurdamente até as 7 da noite, depois ainda vai estudar pro mestrado em que conseguiu passar ano passado (ufa!), não significa que você é menos valiosa, empenhada ou inteligente do que ela. Talvez signifique apenas que você não está fazendo o que realmente de apraz. O que te move pra ter energia e vontade de levantar todo dia com alegria e motivação.

E não vá pensando que é fácil achar isso não... eu venho tentando há anos e ainda não descobri, embora tenha feito movimentos importantíssimos nessa busca. Vai ver você simplesmente não tem tanta energia vital como certas pessoas têm. O que há de errado nisso?? O problema é que somos diariamente bombardeados com comandos motivacionais (propagandas de TV, frases de fotos no Facebook, chefe, etc) que fazem parecer extraterrestre toda pessoa que não tem o mesmo ritmo de vida. Se sentindo um extraterrestre, então, você acaba se afundando numa rotina avassaladora, em uma busca esvaziada de conteúdos, simplesmente pra cumprir o check list da felicidade. Minha psicóloga falou essa frase outro dia e eu adorei! Mas e aí, faz sentido? Acho que não...

Segundo: acho que grande parte da razão de baixa da minha energia pode vir do fato de eu acabar dando muito mais atenção para algo que não está bom em minha vida do que deveria. O namoro não está bom e eu só penso nisso o tempo todo. Estou o tempo todo pensando em algo pra despertar o tesão dele, tornar nossa rotina menos rotineira, nossos encontros mais únicos. Com isso, por mais que eu finja fazer outras coisas ou viver os momentos rotineiros, eu não vivo. Estou apenas pensando em como poderia estar melhor. Se estou insatisfeita com o trabalho, mesma coisa: penso tanto em descobrir ou lembrar do que gosto mais, que não vivencio mais nada direito, não me sobra energia pra mais nada!! Nem alegria, prazer, nada...tudo se acaba no pensamento.

Com o trabalho eu já consegui dobrar bastante isso. Parei de pensar e comecei a agir, refletindo sobre a atitude e o sentimento que ela me trazia e não o contrário. Olhando pro agora ao invés de só pensar como seria. E é impressionante o tamanho da energia gerada!! Me surpreendi com a quantidade de coisas que me peguei fazendo. É claro que é uma situação de treino, pra se tornar sustentável. É claro que ainda me pego com o velho enraizado vício de me sentir sem energia e tempo pra nada. Mas pelo menos eu já aprendi a ver que consigo...

Falta então fazer esse exercício nas outra áreas da vida...mas vamos com calma e paciência, afinal, não somos produto do que a sociedade espera de nós, somos apenas nos mesmos, tentando ser melhores, felizes com sinceridade e plenitude. Energia aí então, não dobra, triplica!!


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Dicas de Comidinha Saudável e Gostosa!

Eu sempre fico procurando receitinhas pra preparar meu almoço da semana, que sejam gostosas e nada pesadas. E essa procura é importante, já que eu, geralmente, cozinho no final de semana pra levar a famosa marmitinha na semana inteira.

Com isso, eu não gasto horrores em restaurante e ainda como aquela comidinha que eu sei bem como foi preparada, que teve carinho, cuidado essas pequena coisas que tornam nosso dia a dia mais feliz, não é mesmo? Afinal, a gente adora comer comida de casa!

Mas isso também tem suas desvantagens: pela falta de tempo, podendo cozinhar só aos finais de semana (e olhe lá), eu tenho que comer a mesma comida todos os dias, a semana toda!! Rs para alguns, isso parece impossível, tem gente que diz que não aguenta. Mas em nome da praticidade, do seu tempo livre pra fazer outras coisas que gosta (porque eu adoro cozinhar) e do comer gostoso e saudável, eu garanto, vale a pena!!

E, bom, pra driblar essa repetição, eu recorro a receitas diferentes a cada semana, que sejam gostosas, avisando aquele prazer de comer, e que também sejam leves, pra eu não acabar tendi que voltar pra casa rolando na sexta-feira né?? Rs

O que cozinho fazer é sempre o básico: arroz integral e feijão, porque não abro mão da dobradinha ferro + proteína do feijão e carboidrato do arroz integral porque é bem melhor pra saúde! Assim, costumo variar na carne e na salada. Ma de vez em quando eu falo também um macarrão integral com um molho bem gostoso e nutritivo!

Hoje então quero deixar com vocês duas dicas boas que encontrei na Internet. Pra esta semana eu escolhi fazer bifes na airfryer, com um molho de iogurte e cebolinha que ficou uma delícia!! A receita é super simples, olha aí:

http://allrecipes.com.br/receita/1438/molho-de-iogurte-com-cebolinha.aspx?o_ln=SimRecipes_Photo_1&o_is=SimilarRecipes

Outra coisa que eu achei o máximo foi esta página com dicas pra conservar a cebolinha! Afinal, ela sua mito pouco e quem mora sozinho, sempre acaba perdendo, é um desperdício! Vejam:

http://www.dicasdemulher.com.br/4-maneiras-de-conservar-a-cebolinha-por-mais-tempo/

É isso por hoje gente, experimentem, me contem o resultado!!

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Qual é o melhor tênis para VOCÊ?

Eu sempre tive essa dúvida e nunca consegui entender muito bem como escolher um bom tênis. É uma coisa simples, fácil de descobrir, é só perguntar pro seu educado físico! Mas, claro, como eu gosto de fazer tudo meu, resolvi fuçar, perguntar e acabei encontrando formas deu mesma descobrir qual é o melhor tênis pra mim.

Então, aí vai um infográfico super bacana que eu encontrei, dando um passo a passo sobre isso:

http://www.zoom.com.br/tenis/deumzoom/tenis-ideal-tipo-de-pisada

Aproveita pra me contar aí nos comentários o que achou. Deu certo pra você? Eu ainda vou testar no tênis novo que quero comprar...

Sempre sumo, mas sempre acabo voltando...

Pois é... este blog nasceu pra dar continuidade a um caderno onde eu escrevia sobre meus sentimentos, impressões sobre acontecimentos (meus, dos outros, do mundo), coisas que gosto de fazer, tristezas, alegrias, etc. Enfim, escrever sobre a minha vida sempre foi uma terapia pra mim, além de um prazer. 

Mas a correria do dia a dia, com uma quantidade cada vez maior de compromisso assumidos, tem reduzido muito essa prática. Além disso, há uns 4 anos, passei a fazer terapia e encontrei uma psicóloga maravilhosa, que me ajuda a compreender muitas aflições minhas.

Tem também o fato deu pensar o seguinte: minha vida não interessa às pessoas! O que elas vão querer ler sobre um dia a dia de sentimentos, momentos, ideias e situações de alguém que nem conhecem, por mais que eu tente escrever de uma forma boa de ler? O que tem no que eu escrevo que tenha valor pro outro? Por isso não divulgo muito o blog...

Mas, ultimamente, ele vem ganhando um significado maior pra mim. Andei relendo postagens antigas, pensando sobre tudo que tem me acontecido e percebi que ele tem sim um conteúdo significativo pra muita gente!! Além do mais, minha vida tem se tornado mais interessante a cada dia rs. Tenho mais novidades pra contar, ideias novas, conhecimentos novos, habilidades novas (ou redescobertas), fracassos e fraquezas humanas que todo mundo gostaria de ver mais gente compartilhando. Afinal, nas redes sociais, todo mundo é feliz, tudo dá certo, sempre tem energia pra levantar, etc., etc. Eu nem queria ser feliz como as pessoas PARECEM no Facebook!

Bom, então, pra terminar, com tudo isso*, eu gostaria de dizer que, mais uma vez, vou tentar retomar a frequência de posts aqui! Compartilhar com vocês tudo de interessante, incrível e transformador que eu tenho vivido. Ou revivido com outro olhar. Ou resgatado com outra maturidade!! Sempre com paixão e acreditando na mudança. Evolução, transformação verdadeira!

Eu acredito, quase religiosamente, no compartilhamento de conhecimento, experiências, novas visões adquiridas sobre tudo. Percebi que sempre acreditei nisso, isso sempre me pautou, talvez por isso eu sempre tenha gostado tanto de ensinar! Acredito que algo que vivi e uma forma peculiar com que enxerguei algo difícil de ser compreendido, pode ajudar o outro a compreender e apreender também!

E a cada dia eu tenho valorizado mais isso...comecei timidamente, trilhei timidamente meu caminho nesse sentido e ando querendo colocar no mundo o meu olhar, dividir com vocês esse turbilhão todo de coisas maravilhosas, contribuir pra um mundo melhor, aprender com as opiniões, viver mais!!

Eu quero sempre mais...e viver é muito perigoso. Por isso é tão bom!

Então vamos lá, me acompanha nesta viagem?? Falar em viagem, ouvi algo interessante esses dias, quando comentei, surpresa, que eu ainda não tinha sentido falta de viajar este ano. Aí me responderam: é que seu ano todo tem sido uma viagem!! Então vão bora!

Aproveito também pra dizer que vou inaugurar um marcador novo no blog: coisas sobre vida saudável, atividade física, bem estar. É que estou lutando pra inserir uma rotina de exercícios (movimento) no meu dia a dia e acho que vai ser legal compartilhar essa batalha com vocês. Só preciso definir um nome pro marcador ainda...SUGESTÕES??

Pra hoje, deixo apenas um textinho** ao qual sempre recorro, que reflete muito da filosofia de vida que carrego e construo a cada passo. Fala de dar mais do que buscar. Oferecer o que se tem para resolver sua carência constante e não respondida, ao invés de sempre querer supri-la buscando algo no outro, fora de você. E eu garanto: funciona!! Tem funcionado pra mim... Mas claro, tudo isso parece um tanto de CLICHÊ junto se não faz sentido pra você... Enfim, reflita e delicie-se!

http://nao2nao1.com.br/oferecer-para-homens/

* Adoro essa expressão, bem assim, com essas palavras, vide o Sobre a Mesa do Porta dos Fundos hehe https://www.youtube.com/watch?v=6EYmKAs7mzc
** Fiquei receosa de escrever textículo e as pessoas não entenderem rs. Mas adoro brincar com essa palavra, que acho que foi inventada por um querido colega de faculdade. Só pode, não tem no dicionário nem no vocabulário da Academia Brasileira de Letras!